Nutracêuticos e sua incorporação no cardápio diário

Participei de um evento que lançou nutracêuticos em outras formas de apresentação (em vez de cápsulas) e dei meu depoimentos sobre o assunto 😉

O termo nutracêutico vem sendo utilizado para demonstrar o alimento com ação de medicamento, como dizia Hipócrates (460-370 AC) que já afirmava: “Deixe o alimento ser o seu remédio e o remédio seu alimento”.

No Brasil, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) define os alimentos funcionais e novos alimentos como: “Alimentos semelhantes em aparência ao alimento convencional, consumido como parte da dieta usual, capaz de produzir efeitos metabólicos ou fisiológicos demonstráveis, úteis na manutenção de uma boa saúde física e mental, podendo auxiliar na redução do risco de doenças crônicas não transmissíveis, além de suas funções nutricionais básicas”.

Esses são alguns exemplos de alimentos funcionais: os polifenóis, encontrados nas frutas e vegetais folhosos, englobam as classes de flavonóides, dos ácidos fenólicos, dos estilbenos e das lignanas. A ação destes compostos na redução do risco de doenças está ligada à atividade antioxidante, e estes CB (Compostos Bioativos) são também referidos como fitoquímicos. Outras classes de CB encontradas em plantas, como glicosinolatos e carotenóides, também apresentam ação antioxidante e podem ser incluídos nesta lista. Dentre os micronutrientes, algumas vitaminas e minerais como, por exemplo, vitaminas E, vitamina C, selênio e zinco, dentre outras, possuem atividade antioxidante, bem como atuam no sistema imune, conferindo benefícios ao organismo em seu sistema de defesa, saúde e longevidade.

Fonte consultada em 18/12/2015 http://www.abeso.org.br/pdf/revista55/artigo.pdf

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